Reflexão sobre a pandemia e o impacto no Amazonas
Mais de 700 mil vidas perdidas no Brasil pela Covid-19. No Amazonas, 14.414 mortes, sendo 9.940 apenas em Manaus. Este cenário trouxe dor profunda e sofrimento intenso. Passamos pelos momentos mais críticos da pandemia em 2020 e 2021, especialmente nos meses em que a crise se agravou. Não podemos esquecer as consequências da ideia equivocada da imunidade de rebanho, as prioridades dadas à economia em detrimento da vida, as ações contra a vacinação, a sabotagem ao isolamento social e ao uso de máscaras, além do desrespeito a quem sofreu e perdeu a vida pela falta de oxigênio.
O desafio da linha de frente e o negacionismo
Manaus tornou-se o centro das notícias nacionais por famílias desesperadas buscando cilindros de oxigênio e vagas em hospitais. Enquanto isso, o governo federal negava a ciência e a vacina, negando a chance de muitos sobreviverem. Na linha de frente, profissionais como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos, auxiliares, administrativos, seguranças e serviços gerais arriscaram suas vidas para salvar outras — e muitos se foram no cumprimento desse dever.
Defesa do SUS, da ciência e da vida
Em contraste com essa dedicação, houve o discurso negacionista e antivacina, marcado pela ausência de empatia e pela disseminação de mentiras, protagonizado pela família Bolsonaro, que se dizia “defensora da família”. Não podemos deixar que essas tragédias sejam esquecidas, nem o sofrimento e a perda de pacientes e profissionais.
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Fonte: londrinagora.com.br
Se não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS), a ciência e a vacina, o impacto teria sido ainda maior. Por isso, em defesa do SUS, da ciência e da memória daqueles que sacrificaram suas vidas, os profissionais da saúde do Amazonas e do Brasil têm o compromisso de não permitir o retorno de um governo que negou a ciência. No dia 25 de outubro de 2026, nas urnas, essa renovação será decisiva.
Viva a vida. Sejam vida!
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Fonte: soudesaoluis.com.br

